Cenário de incertezas põe o Município em dúvida sobre o retorno do ano letivo na Rede de Ensino

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Maria José Maia (DEM)

Recentemente curada da Covid-19, a democrata usou a tribuna, durante a sessão desta quarta-feira (15/07), para falar sobre os desdobramentos de uma reunião realizada, na manhã desta quarta, entre diversos setores da Educação para discutir o possível retorno das aulas da Rede Municipal de Ensino. “Foi feita uma discussão intersetorial”, enfatiza.

A vereadora, que é professora, salientou que o cenário é de incertezas, “mais difícil do que se imagina”, citando que a comissão, formada para empreender esse debate, é composta pela Comissão Permanente de Educação da Câmara, Vigilância Sanitária, SEMSA, SEMED, Conselho de Educação, MPPA, dentre outros órgãos, “que passaram a pensar juntos quanto ao retorno das atividades”.

Maria José observou que, no encontro, foram considerados dispositivos legais que tratam do ensino no país como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, além de outros criados durante a pandemia como os decretos estadual e municipal.

A parlamentar mostrou preocupação com os profissionais que atuam nas escolas. De acordo com ela, há uns com emocional afetado, que perderam entes queridos; perderam pai e mãe citando o caso da professora de prenome Diolene. “Várias medidas precisam ser adotadas para prevenir profissionais e alunos”, ressalta.

A vereadora observou ainda que dentre os 66 mil alunos da Rede Municipal, 37 mil recebem Bolsa Família. “Isso significa que são 37 mil em vulnerabilidade social. São tantas questões a serem acertadas”, advertiu insistentemente a parlamentar, colocando também o fato de muitas turmas serem lotadas com 35 a 40 discentes.

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