“A população ainda não está preparada para uma abertura em grande escala”, alerta Tadeu Cunha sobre relaxamento das medidas de distanciamento em plena pandemia

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O democrata Tadeu Cunha foi à tribuna, durante o tempo de liderança na sessão ordinária desta segunda-feira (20/07). Solidarizou-se ao vereador Dayan Serique (PL) pela perda do pai, o professor Raimundo Navarro, ex-vereador que foi presidente do Poder Legislativo de Santarém.
Componente da Comissão de Saúde, o parlamentar tem acompanhado a situação do município no enfrentamento à doença, causada pelo novo coronavírus. “Hoje, a gente para para pensar que ninguém está imune a certas situações”, lamentou o vereador, endossando ainda a ideia de Ronan Liberal Jr. (MDB) em homenagear professor Navarro, intitulando a biblioteca de consulta legislativa com o nome do saudoso educador e legislador. “Este homem que tanto contribuiu para a Educação de Santarém”, complementa.
Tadeu também falou da Ação Itinerante, realizada na última sexta-feira (17/07), coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde, na comunidade de Igarapé da Praia, em que, segundo ele, foram verificadas outras demandas além da Covid-19. O vereador parabenizou e agradeceu às coordenadoras da ação, que tem se repetido em diversas comunidades da zona rural do município.
Preocupado com a subida de casos confirmados no Pará, Cunha voltou a tratar da abertura de setores da economia, que estavam parados durante os momentos de maior alarme da pandemia. “Já se falam de tantas coisas que não eram essenciais”, enfatizou, citando a praia de Salinas, no fim de semana, onde teriam ocorrido muitas inadequações à situação vigente.
“A população ainda não está preparada para uma abertura em grande escala. Muitos óbitos aqui no Pará. A gente não vai parar de repercutir, porque ainda não estamos livres deste mal”, ressaltou o democrata, pedindo mais uma vez que a população tome os cuidados básicos para evitar o contágio pelo coronavírus: uso de álcool em gel, distanciamento, máscara.
Tadeu Cunha finalizou lamentando que ainda tem visto muita gente na orla e na Anysio Chaves, “caminhando como se nada tivesse acontecendo”.
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