Vereador JK do Povão cobra informações dos governos estadual e municipal

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Nesta segunda-feira (13), na Câmara Municipal, o vereador JK do Povão (PSDB)
cobrou dos governos municipal e estadual informações nos setores de infraestrutura e
saúde.

O parlamentar começou pelo recapeamento da Rodovia Fernando Guilhon, que segundo
o peessedebista deveria ter sido encerrada no ano passado e só fizeram a metade. “Todo
dia o povo cobra, e a Fernando Guilhon, quando termina? Mas até agora não tive êxito
no acesso às informações”, lamentou JK se referindo à Secretaria de Estado do Obras
Públicas e ao Centro Regional de Governo. “Precisamos saber porquê até agora o
serviço não foi concluído para dar transparência a população”.

Outro pedido de informações foi sobre a reforma do Mercadão 2000. Uma emenda
parlamentar no valor de R$ 1,5 mi, foi liberada pelo deputado Júnior Ferrari (PSD), em
2019 para a reforma do espaço. Mas, JK enfatizou que a obra até agora não foi
executada. Ele disse que Junior Ferrari também liberou outra emenda parlamentar em
2019, no valor de R$ 4 mi, para a pavimentação da Interpraias, estrada que dá acesso a
balneários de Santarém. De acordo com o parlamentar, outra obra que ainda não foi
executada. “Precisamos saber o motivo para dar transparência a população”, questionou.

Na área de saúde o vereador cobrou do poder executivo, a entrega à população da
reforma de um dos setores de obstétrica do Hospital Municipal que vai fazer dois anos.
“Todos os dias o setor está lotado, sem comportar dignamente as grávidas e parturientes
e a ala nova não foi inaugurada”, argumentou.

Durante o pronunciamento, o peessedebista também informou que na sexta-feira (10), a
comissão de fiscalização da Organização Social Mais Saúde, administradora do Pronto
Socorro, Hospital Municipal e Upa 24 Horas prestou informações sobre o primeiro
quadrimestre. Participaram da reunião, além de JK, vereadores membros da Comissão
de Saúde da Casa Legislativa. Depois do encontro, o parlamentar disse que manteve a
certeza de que MAIS SAÚDE, não tem mais nenhuma condições de administrar as
unidades. “Prova disso é a dívida que atualmente chega na casa dos R$ 15 mi”,
argumentou.

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