Líder do governo defende diálogo entre poderes municipais e invasores de ocupação no Juá.

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“Ele reconhece que o governo deve puxar para si essa responsabilidade e conduzir o diálogo com as famílias ocupantes e outras partes envolvidas”

Nesta terça-feira (16/03), durante a sessão na Câmara Municipal de Santarém, o vereador Erasmo Maia (DEM) defendeu abertura de diálogo entre o Governo Municipal e a Casa de Leis sobre os problemas de ocupação no município, como vem ocorrendo na área do Juá, onde até espaços reservados para equipamentos públicos já estão sendo habitados.

Segundo o parlamentar, por ser um polo regional, constantemente, muitas famílias migram de cidades próximas de Santarém, que se encontra em uma zona convergente, dificultando o serviço público a alcançar todas as necessidades da comunidade.

“Vivi nos últimos quatro anos, como secretário chefe de gabinete e em contato, mês a mês, com as famílias e lideranças que buscavam serviço público e com muita luta, como transporte, coleta de lixo, iluminação pública, que aos poucos vai adentrando no bairro”, afirma.

O parlamentar indagou os demais vereadores para a necessidade de diálogo entre as partes envolvidas com os problemas fundiários na área urbana de Santarém. “O poder público também não tem responsabilidade em normatizar, organizar, e de certa forma ser corresponsável por aquilo que vai acontecer lá?”, indaga.

O líder do governo informou que esteve com o secretário municipal de Administração Emir Aguiar para verificar a possibilidade do governo que, em áreas de ocupação, sejam observados os espaços reservados para equipamento públicos, “E nesse ponto eu confesso que o governo deve puxar para si essa responsabilidade, deve conduzir o diálogo com as famílias que estão ocupando”, enfatiza.

Erasmo Maia manifestou que a questão fundiária é uma preocupação do prefeito Nélio Aguiar, “e esta Casa poderia também abrir diálogo nesse sentido porque, mais cedo ou mais tarde, o problema vem para a Casa de Leis.  Portanto, quero deixar minha preocupação e a necessidade do Governo Municipal implementar um ação urgente, para, pelo menos, preservar uma área onde a comunidade deixou reservado para equipamentos públicos”, finaliza.

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