Vereador cobra Cosanpa pela falta de água

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Ao fazer uso da tribuna da Câmara Municipal de Santarém, nesta segunda-feira (13), o vereador Valdir Matias Jr. (PV), falou do problema da falta de água que afeta os moradores do bairro Aeroporto Velho e Jardim Santarém. Os bairros sofrem com a escassez do produto há vários dias e, apesar das queixas direcionadas à Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), cobrando providência para que o fornecimento do produto seja normalizado, a comunidade continua sem o líquido precioso nas torneiras das residências, o que acaba penalizando centenas de famílias.

Na ocasião, o parlamentar lembrou que na época da gestão do antigo diretor da Companhia, Francisco Lopes, o Chicão, o relacionamento entre consumidores, por meio das associações comunitárias, e a direção da empresa, era mais próxima. A Cosanpa atendia com menor tempo as demandas encaminhadas pela população. Hoje, segundo ele, essa resposta tem demorado muito e nem sempre o problema é resolvido. A falta de água continua afetando a vida de muita gente que depende do serviço de abastecimento e fornecimento pela Companhia.

Para Valdir, o atual diretor, Adalberto Anequino, precisa responder com maior brevidade às solicitações de reparos de bombas e regularização do fornecimento de água, nos bairros onde ocorre a falta do produto. “A Cosanpa deve assumir sua responsabilidade e dar uma resposta mais imediata aos problemas da falta de água em Santarém. O governo do Estado, por meio do Núcleo Regional de Governo, também precisa fortalecer a empresa, investir na melhoria desse serviço”, disse Valdir Matias Jr.

O vereador lembrou da proposta do prefeito Nélio Aguiar de fazer uma nova licitação para autorizar uma empresa a gerir os serviços de abastecimento de água e saneamento básico no município.

Valdir Matias Jr. questiona redução de alíquotas à Praticagem – Ainda durante a sessão desta segunda-feira (13), o vereador Valdir Matias Jr. (PV), se mostrou muito preocupado com uma proposta defendida pelo prefeito Nélio Aguiar, que incentiva a Praticagem no município, incluindo incentivos fiscais, além da instalação de um escritório local. O anuncio foi feito durante o Seminário Desenvolvimento da Bacia Amazônica: avanços e desafios da Praticagem. O Projeto de Lei defendido pelo gestor municipal estabelece uma alíquota de 2% para os serviços.

O vereador diz que não vê com bons olhos essa redução. Segundo ele, o fato gerador do imposto é o local da prestação do serviço e não o local do estabelecimento do prestador.

A proposta ainda será encaminhada à Câmara de Vereadores, mas para o líder do PV, precisa de um amplo debate e estudo para verificar sua viabilidade.

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